União estável e Batismo nas águas

08:42:00

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Devido a atualidade do assunto, resolvi publicar novamente este post (Publicado originalmente em 15/06/2007), abrindo desta forma o espaço para uma maior discussão e reflexão sobre o problema.



1. Sendo o casamento não sujeito a um padrão bíblico, judicial e cultural universal, entende-se que Deus o concebe conforme o tempo, cultura, costume e padrões normativos da sociedade, desde que não infrinja os princípios estabelecidos na Bíblia Sagrada, dentre os quais a heterossexualidade e a fidelidade conjugal (Gn 1.27, 2.22-25; Ex 20.14, 17; 1Tm 3.2;).



2. Não há na Bíblia Sagrada, nada que fundamente a idéia de que para ser reconhecido por Deus, o casamento precise de uma certidão ou contrato, quer estabelecido pelos pais, pela religião ou pelo Estado. A prova disto é que os casamentos que não foram realizados ou regidos por tais instrumentos, eram diante de Deus reconhecidos e válidos (Gn 1.27-28; 24.58-67; 29.21-30; 41.45; Ex 24.1; 1Sm 18.27; Rt 4.9-13; Mt 1.24-25, etc.) O contrato de casamento é mencionado apenas no livro apócrifo de Tobias 7.13, e mesmo assim com caráter descritivo e não prescritivo ou normativo.


3. Os contratos de casamento, a princípio estabelecidos pela família em algumas sociedades antigas, sem a interferência do Estado, vindo a fazer parte do universo jurídico apenas num passado recente, eram motivados por questão de ordem material e não afetiva. Não era a legitimação do casamento a preocupação inicial, mas sim, a partilha dos bens ao final deste.


4. Só a partir do século IX a igreja (católica), começou a chamar para si a competência para regular de forma exclusiva a toda matéria matrimonial, vindo no Concílio de Trento em 1553 dar ao casamento a condição de sacramento da Igreja. Até então, desde a Igreja Primitiva, não havia dificuldade no reconhecimento do casamento conforme os padrões sócio-culturais, desde que fundamentado nos padrões bíblicos, conforme já citados.


5. No Brasil, a Igreja no seu princípio seguiu as diretrizes da Constituição Republicana de 24 de Janeiro de 1891, no art. 72, parágrafo 2°., que reconhecia apenas o "casamento civil", e do Código Civil que vigorou a partir do 1° de Janeiro de 1917, cujas disposições só reconhecia como válido o casamento civil celebrado pela autoridade secular. Entendendo se dever cívico de submissão às autoridades constituídas (Rm 13) e da preservação dos bons costumes (padrão culturalmente instável), a Igreja Evangélica, sem maior reflexão bíblica, privou do batismo nas águas e consequentemente da santa ceia, aqueles novos crentes congregados que se encontravam diante da "lei" irregulares e marginalizados em virtude de sua união conjugal não seguir as diretrizes legais de então quanto ao casamento ou o reconhecimento do status de família. Com os graves problemas que esta exigência jurídicas causou, uma vez que não eram reconhecida pelo Estado as uniões conjugais estáveis, acontecia que no momento da separação entre estes "casais", a mulher sempre sofria prejuízos na partilha (quando havia partilha) de bens e em outras questão básicas.


6. Diante deste quadro, partindo de mudanças no Direito Tributário, o Estado acabou por reconhecer através da Constituição de 1988 em seu art. 226 parágrafo 3°, a união estável entre homem e mulher como entidade familiar, caracterizada pela convivência pública, contínua e duradoura com o objetivo de constituir família. Tal artigo foi regulamentado pela Lei 9.278 de 10 de Maio de 1996 e pelo novo Código Civil de 10.01.2002 em seu art. 1723. O Estado com isso corrigiu um erro e uma injustiça, retomando o principio dos primórdios da sociedade onde "o fato do casamento era por si reconhecido e satisfatório. Tais mudanças nas leis do país não quebraram nenhum principio bíblico referente a vida conjugal entre homem e mulher, ao contrário, consolidaram o referente princípio.


7. Não há no Novo Testamento nenhuma exigência para o batismo nas águas relacionada com "contratos ou certidões de casamento", aliás, as únicas exigências são arrependimento, fé, consciência e livre vontade (Mc 16.16; At 2.38-41; 8. 36-37). A história e a Bíblia (Mt 15.3) nos revelam os riscos de se colocar a "tradição" acima da Palavra de Deus promovendo com isto a injustiça.


8. É no mínimo contraditório o fato de se negar o batismo nas águas para os crentes que já nasceram de novo, participam ativamente da vida congregacional, contribuem com seus dízimos, dão ofertas, evangelizam e fazem parte dos órgãos de cânticos. Alguns são líderes, ensinam na Escola Dominical e são batizados com o Espírito Santo, só não podendo assumir funções "oficiais" e participarem da Santa Ceia.

"Respondeu então Pedro: Pode alguém porventura recusar a água, para que não sejam batizados estes, que também receberam como nós o Espírito Santo?" (At 10.47).



Mudar é incômodo, mas por vezes é necessário. Mudar com responsabilidade, avaliando as conseqüências das mudanças é essencial. O desejo por mudança, por bem intencionado que seja, acaba mexendo com padrões fortemente estabelecidos, rígidos e arraigados em qualquer instituição. Não quero ser simplista, visto que a questão exige uma análise cautelosa. Entendo que cada caso deve ser analisado com critério e seriedade.



O pensador e questionador corre o risco de ser mal interpretado e até "excomungado" (Jesus, Paulo, Lutero, Luther king e outros que o digam). Pensar diferente nem sempre é pensar errado. Pensar criticamente é necessário. Pensar biblicamente é sempre certo. O propósito desse texto é fazer pensar, refletir, gerar discussão, debate, pois só assim os erros podem ser corrigidos, as mudanças podem acontecer e a justiça pode ser promovida.

Referências Bibliográficas

Código Civil e Constituição Federal. São Paulo: Saraiva, 2003.

CAMPOS, Alzira Lobo de Arruda. Casamento e família em São Paulo colonial. São Paulo: Paz e Terra, 2003.

ENGELS, Friedrich. A origem da família, da propriedade privada e do Estado. São Paulo: Centauro, 2002.

MAGALHÃES, Rui Ribeiro de. Direito de família no novo código civil brasileiro. 2. ed. São Paulo. Editora Juarez de Oliveira, 2003.

THERBORN, Göran. Sexo e poder: a família no mundo 1900-2000. São Paulo: Contexto, 2006.

Luciano

Andre rieu - aleluia aleluia

20:02:00

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Luciano

Por que muitos pregadores e cantores estão priorizando as teorias de Augusto Cury?

09:03:00

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Folheie um livro de autoajuda do respeitado psiquiatra, cientista e autor de best-sellers Augusto Cury e você descobrirá de onde vem a inspiração para mensagens da moda, pregadas ou cantadas, como “Ouse sonhar”, “Seja um sonhador”, “Sonhador não morre”, “Não desista dos seus sonhos”, etc.

Segundo as teorias do acadêmico Augusto Cury, um sonhador não precisa de Deus, necessariamente. Basta sonhar. “Se os seus sonhos são pequenos, sua visão será pequena, suas metas serão limitadas, seus alvos serão diminutos, sua estrada será estreita, sua capacidade de suportar as tormentas será frágil” (Nunca Desista de seus Sonhos, p.11). Ou seja, tudo gira em torno da capacidade de sonhar.

A Palavra do Senhor, entretanto, mostra que a vontade de Deus está acima dos nossos sonhos, ainda que não seja pecado ter projetos e desejos. José, que é um dos personagens mais citados pelos pregadores de autoajuda, nunca sonhou — de olhos abertos — que seria o governador do Egito, mas recebeu Ajuda do Alto, sendo conduzido a tal posição.

“Nunca desista dos seus sonhos”, diz Cury. Mas isso não vale para o salvo. Se for preciso desistir de projetos, ainda que sejam bons, a fim de agradar a Deus, devemos fazer isso. Davi e Paulo, por exemplo, abandonaram seus excelentes sonhos (planos), para cumprir a prioritária vontade do Senhor (2 Sm 7; At 16.6-10). Afinal, “Do homem são as preparações do coração, mas do SENHOR, a resposta da boca” (Pv 16.1).

É claro que podemos sonhar de olhos abertos! Mas sabemos que o nosso Deus pode nos abençoar além do que sonhamos. Não é isso que está escrito em Efésios 3.20? “Ora, àquele que é poderoso para fazer tudo muito mais abundantemente além daquilo que pedimos ou pensamos, segundo o poder que em nós opera”.

As teorias de Augusto Cury fundamentam-se na valorização das potencialidades humanas, e não na dependência do poder de Deus (1 Pe 5.6; 2 Co 4.7). Veja: “Se seus sonhos são frágeis, sua comida não terá sabor, suas primaveras não terão flores, suas manhãs não terão orvalho, sua emoção não terá romances” (Nunca Desista de seus Sonhos, p.11).

Na verdade, os sintomas enumerados por Cury são de pessoas que não têm a certeza da salvação através de Jesus Cristo! Afinal, foi Ele mesmo, o Senhor, quem falou: “sem mim nada podereis fazer” (Jo 15.5). Sem Ele, os melhores sonhos são insuficientes para nos tornar felizes.

Cury também afirma: “A presença dos sonhos transforma os miseráveis em reis, e a ausência dos sonhos transforma milionários em mendigos. A presença de sonhos faz de idosos, jovens, e a ausência de sonhos faz dos jovens, idosos” (Nunca Desista de seus Sonhos, p.12). Será que os milhões de miseráveis, que vivem sobretudo no continente africano, não sonham?

O aludido cientista ignora que o que pode fazer uma pessoa verdadeiramente feliz é o Senhor Jesus habitando a sua vida (Jo 14.23). “Os sonhos trazem saúde para a emoção, equipam o frágil para ser autor da sua história, renovam as forças do ansioso, animam os deprimidos, transformam os inseguros em seres humanos de raro valor. Os sonhos fazem os tímidos terem golpes de ousadia e os derrotados serem construtores de oportunidades” (Nunca Desista de seus Sonhos, p.12).

É claro que a uma pessoa que não conhece o Senhor Jesus as teorias de Augusto Cury parecerão um achado, uma grande descoberta. Mas não se justifica o fato de os pregadores e cantores (e seus compositores) — que se dizem seguidores do Senhor Jesus — abraçarem a autoajuda, ignorando que, para o salvo, a Ajuda do Alto é muito mais valiosa e prioritária. Não sabem eles que é o Senhor quem renova as nossas forças (Is 40.28-31) e dirige os nossos passos (Sl 37.23), ao contrário do que afirma Cury?

Por que vários pregadores e cantores insistem em trocar a permanente Ajuda do Alto pela ilusória autoajuda? Das duas, uma: ou eles ainda não entenderam o que é o evangelho (e, nesse caso, são eles salvos, verdadeiramente?); ou estão enganando o povo de Deus por causa da avareza (2 Pe 2.1-3). Afinal, a autoajuda é imediatista, antropocêntrica, e seus conceitos, agradáveis aos ouvidos (2 Tm 4.1-5).

É triste, mas as principais celebridades evangélicas — pregadores e cantores — não querem saber da cruz de Cristo e seus auspiciosos e maravilhosos efeitos. Preferem o jargão da autoajuda, que gira em torno de sonhos que jamais vão morrer, mudança de história, vitória com sabor de mel ante a vergonha dos desafetos, etc.

Não há dúvidas de que a maioria das pessoas valoriza mais os bordões da moda, como “Acredite nos seus sonhos”, do que esta verdade eterna: “Entrega o teu caminho ao SENHOR; confia nele, e ele tudo fará” (Sl 37.5). Mas, ao contrário do que assevera a autoajuda, não devemos ser dirigidos pelo nosso eu, e sim pelo Senhor, o nosso Ajudador (Lc 9.23; Hb 13.5,6). Que os pregadores não se esqueçam do que está escrito em Tito 2.1: “Tu, porém, fala o que convém a sã doutrina”.

Em Cristo,

Ciro Sanches Zibordi

Luciano

Psicologia: Deus não é suficiente?-Série Pscicologia

08:31:00

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Luciano

Keith & Kristyn Getty "In Christ Alone"

08:12:00

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Se você está cansado de ouvir essas músicas que mais falam nos homens do que em Deus, então ouça com atenção esse lindo louvor. Louvor que realmente merece o título, pois exalta a todo o momento a pessoa de Jesus Cristo, sendo cristocêntrico em sua letra. Sem personalismos, sem exaltação das necessidades humanas, sem triunfalismos e sem a maldita confissão positiva.





In Christ alone


In Christ alone my hope is found
He is my light, my strength, my song
This Cornerstone, this solid ground
Firm through the fiercest drought and storm
What heights of love, what depths of peace
When fears are stilled, when strivings cease
My Comforter, my All in All
Here in the love of Christ I stand

In Christ alone, who took on flesh
Fullness of God in helpless babe
This gift of love and righteousness
Scorned by the ones He came to save
‘Til on that cross as Jesus died
The wrath of God was satisfied
For every sin on Him was laid
Here in the death of Christ I live

There in the ground His body lay
Light of the world by darkness slain
Then bursting forth in glorious Day
Up from the grave He rose again
And as He stands in victory
Sin’s curse has lost its grip on me
For I am His and He is mine
Bought with the precious blood of Christ

No guilt in life, no fear in death
This is the power of Christ in me
From life’s first cry to final breath
Jesus commands my destiny
No power of hell, no scheme of man
Can ever pluck me from His hand
‘til He returns or calls me home
Here in the power of Christ I’ll stand





SOMENTE EM CRISTO (tradução)

Somente em Cristo minha esperança está
Ele é minha luz, minha força, minha canção
Esta Pedra de esquina, este lugar sólido
Firme através da mais feroz seca ou tempestade
Que alturas de amor, que profundezas de paz
Quando medos são tranqüilizados, quando os esforços cessam


Meu Confortador, meu Tudo em tudo
Aqui no amor de Cristo eu permaneço

Somente em Cristo, que se fez carne
Plenitude de Deus em indefeso bebê
Este presente de amor e retidão
Desprezado pelos que veio salvar
Até àquela cruz onde Jesus morreu
A ira de Deus foi satisfeita
Para cada pecado em que ele foi condenado
Aqui na morte de Cristo eu vivo

Naquele lugar em que Seu corpo está
Luz do mundo pela escuridão morta
Então irrompeu para fora em um dia glorioso
Saiu do túmulo, subiu novamente
E permanece em vitória
A maldição do pecado perdeu seu poder sobre mim
Porque sou dEle e Ele é meu
Comprado pelo precioso sangue de Jesus

Sem culpa na vida, sem medo na morte
Este é o poder de Cristo em mim
Do primeiro choro da vida ao último suspiro
Jesus comanda meu destino
Nem poder do inferno, nem planos do homem
Podem nunca me arrancar de Sua mão
Até Ele voltar e me chamar para o Lar
Aqui no poder de Cristo vou permanecer

Luciano

Hallelujah - G.F. Handel "Messiah" - Bethany College Choir

08:10:00

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Luciano

Ativistas gays da Escócia condenados à prisão perpétua por pedofilia

08:01:00

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EDIMBURGO, Escócia, 14 de maio de 2009 (LifeSiteNews.com) — Um dos líderes de uma rede de pedofilia descoberta na Escócia era um dos mais importantes assessores do Executivo escocês em questões homossexuais de políticas públicas voltadas para as crianças, informa o jornal britânico Daily Mail.

LifeSiteNews.com noticiou que James Rennie, o diretor de 38 anos do grupo Juventude Escocesa LGBT, foi condenado neste mês por abusar sexualmente, durante quatro anos, de um menino — iniciando o abuso quando a criança tinha 3 meses de idade. Amigos deixavam o menino com Rennie, que era sua babá.

Rennie, que se demitiu de sua posição na Juventude Escocesa LGBT depois de sua prisão no ano passado, fez intensa campanha de pressão política no parlamento escocês, e visitou o primeiro ministro da Inglaterra como “o mais importante e influente assessor do Executivo em assuntos gays para políticas envolvendo crianças”, de acordo com o Daily Mail.

Entre outras questões, sob a liderança de Rennie o grupo fez campanha de pressão política para que os casais homossexuais pudessem adotar crianças.

Rennie e o colega ativista homossexual Neil Strachan, que foi condenado por atacar um menino de 18 meses que ele estava tomando conta na véspera de Ano Novo em 2005, está enfrentando sentenças máximas de vida na prisão como líder de uma extensa rede de pedofilia.

Os dois homens trocavam entre si suas vítimas e imagens do abuso com outros seis homens condenados no desmantelamento da rede de pedofilia. O grupo foi condenado na semana passada em mais de 50 acusações, inclusive ataques sexuais a crianças, conspiração para abusar de crianças e posse e distribuição de pornografia infantil.

Veja a cobertura relacionada de LifeSiteNews:

Diretor de grupo homossexual declarado culpado de envolvimento com rede de pedofilia
http://noticiasprofamilia.blogspot.com/2009/05/diretor-de-grupo-homossexual-declarado.html

Traduzido por Julio Severo

Veja original em ingles: http://www.lifesitenews.com/ldn/2009/may/09051411.html

Luciano

A conveniência do poder temporal e a ingenuidade ou (conivência) de Igrejas e líderes Evangélicos

08:01:00

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terça-feira, 10 de novembro de 2009
A CONVENIÊNCIA DO PODER TEMPORAL E A INGENUIDADE (OU CONIVÊNCIA) DE IGREJAS E LÍDERES EVANGÉLICOS (2)

(Foto: Rossana Lana, Site do PT)



Quando se trata das questões relacionadas ao PLC 122 (ou Lei da Mordaça), somos para alguns setores do PT: fundamentalistas religiosos, ignorantes e homofóbicos.

"Mas, enfrentamos obstáculos fortíssimos: o fundamentalismo religioso (que transformou a oposição à criminalização da homofobia em sua principal pauta teológico-política) a ignorância de muitos e omissão de vários parlamentares. E, claro, a homofobia institucional, que torna tudo mais difícil para nós." (Julian Rodrigues, no Site do PT)

Mas, quando o assunto é voto, deixamos de ser vistos como fundamentalistas religiosos, e somos transformados em grandes "parceiros" políticos.

A Ministra Dilma Roussef (possível candidata à presidência da República pelo PT), já está visitando cultos evangélicos, como no caso do aniversário do pastor José Wellington B. da Costa.

Entendo que seria interessante uma manifestação oficial dela acerca do assunto (PLC 122), pois, é uma grande incoerência de nossa parte apoiar alguém e um partido, que aprova uma lei que proíbe a manifestação pública de nossas convicções de fé.

Para o autor do texto acima citado, e para quem compactua com as suas posições:

- Não somos fundamentalistas religiosos nos termos implícitos na classificação. Somos pessoas que acreditam na Bíblia como Palavra de Deus, e nos seus princípios como norteadores ideais para a felicidade do ser humano;

- Não somos ignorantes, antes, vemos com clareza o que a "cegueira" ideológica e cultural não consegue perceber, o que o manto da chamada "intolerância" tenta encobrir;

- Por fim, não somos homofóbicos. Amamos os homossexuais e os respeitamos como pessoas e indivíduos livres que são. Só não temos que concordar com a prática homossexual, assim, como ninguém tem que concordar com a prática da fé evangélica, inclusive, com plena liberdade para criticá-la livre e abertamente (como já fazem).

Para os líderes que insistirem em manifestar apoio oficial à (possível) candidata e ao partido, sem ouví-la oficialmente sobre o assunto (PLC 122):

- Ficará claro o interesse politiqueiro dos tais, ou a busca de vantagens do tipo: apoio a candidatos evangélicos nas próximas eleições, promessas de cargos políticos ou outras benéfices já conhecidas;

- Denunciarei tais líderes neste blog, mobilizando uma campanha na internet em sites, blogs e redes sociais cristãs, contra tal postura.

Um fato é que nesta questão, o PT tentará de todas as formas agradar aos movimentos pró PLC 122, e, ao mesmo tempo, aos que chamam de "fundamentalistas religiosos, ignorantes e homofóbicos", pois ambos são detentores de milhões de votos por esse Brasil afora.

Altair Germano (pastor, teólogo e pedagogo)

Luciano

Suposta manobra para aprovação da lei PLC 122

07:10:00

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Os senadores Marcelo Crivella (PRB-RJ), Magno Malta (PR-ES) e Valter Pereira (PMDB-MS) denunciaram em Plenário nesta quarta-feira (11) suposta manobra na aprovação, pela Comissão de Assuntos Sociais (CAS), na última terça-feira, do projeto que pune discriminação contra homossexuais, idosos e deficientes.




A proposta (PLC 122/06), de autoria da então deputada Iara Bernardi, foi aprovada na forma de substitutivo oferecido pela relatora, senadora Fátima Cleide (PT-RO). A matéria agora será examinada pelas comissões de Direitos Humanos e Legislação Participativa (CDH) e de Constituição, Justiça e Cidadania (CCJ), antes de seguir para votação em Plenário. Como foi alterado no Senado, o projeto voltará à Câmara dos Deputados.


Crivella criticou a votação do requerimento para suspender a audiência pública sobre o assunto, considerado polêmico, e a inclusão do projeto como item extra-pauta. Para o senador, na forma como foi aprovado, o projeto é inconstitucional, já que, a seu ver, nega aos cristãos o direito de livre expressão.

- Isso fere todo sacerdote, todo padre, todo pastor; fere todo pai, todo cidadão que queira ensinar ao filho que o homossexualismo é pecado. Não pode mais porque passa a ser crime - disse.

Magno Malta lembrou que a votação às pressas do projeto em Plenário já havia sido tentada em dezembro do ano passado. Em sua avaliação, a proposição cria uma "casta especial".

- A discussão não é religiosa. Trata-se de um projeto de lei inconstitucional. Precisamos debater a questão com a sociedade, e essa Casa precisa votar com a sociedade - disse.


Valter Pereira, por sua vez, observou que o projeto pode fomentar, inclusive, conflitos entre pais e filhos, caso filhos homossexuais decidam questionar a educação que receberam dos pais de acordo com padrões heterossexuais.

- Se essa matéria for aprovada por essa Casa e se o presidente não vetar, ela vai nos colocar no anedotário internacional - disse.


Fonte: Agência Senado

Atenção nobres eleitores evangélicos de Rondônia, a vossa Senadora Fátima Cleide (PT), é a relatora desse inconstitucional e absurdo Projeto de Lei que censura a nossa liberdade de expressão e fé.

Divulguem os acontecimentos!

Luciano

O PROCESSO DE INSTITUCIONALIZAÇÃO DA IGREJA

14:39:00

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A Igreja no princípio


"perseveravam na doutrina dos apóstolos e na comunhão, no partir do pão e nas orações.

Em cada alma havia temor, e muitos prodígios e sinais eram feitos por intermédio dos apóstolos.

Todos os que creram estavam juntos e tinha tudo em comum.

Vendiam suas propriedades e bens, distribuindo o produto entre todos, à medida que alguém tinha necessidade.

Diariamente perseveravam unânimes no templo, partiam o pão de casa em casa e tomavam as suas refeições com alegria e singileza de coração,

louvando a Deus e contando com a simpatia de todo o povo. Enquanto isso, acrescentava-lhes o Senhor, dia a dia, os que iam sendo salvos". (Atos 2.42-47)

A "igreja" hoje

Aceitam e disseminam as heresias dos falsos apóstolos e pastores (inclusive da Teologia da Prosperidade e da Vitória Financeira), o partir do pão virou uma cerimônia formal e as orações foram abandonadas.

O temor é cada vez mais escasso (inclusive na vida dos líderes) e pouquíssimos prodígios são feitos por intermédio dos apóstolos e pastores da atualidade.

Os crentes acumulam propriedades e bens (alguns líderes enriquecem às custas dos fiéis), o produto da fé é vendido por R$ 7,00, R$ 900,00 ou outro valor qualquer, e os necessitados, além de não poderem contribuir, são cada vez mais esquecidos e explorados.

Diariamente cuidam de suas próprias vidas, sem dar a mínima para as necessidades dos outros (que por acaso chamam de irmãos). Semanalmente participam de uma espécie de clube social que chamam de igreja e de uma reunião que chamam de culto. Quando participam de festas, os corações estão cheios de inveja, arrogância, altivez, orgulho, mágoa, rancor, ódio e falsidade.

Dizem louvar a Deus com uma música de baixa qualidade (chamada de gospel), contam com a crescente falta de respeito e de credibilidade de todo o povo. Enquanto isso, acrescenta-lhes os oportunistas, dia a dia, os que vão sendo ludibriados.

O Processo de Institucionalização (descaracterização) da Igreja

A igreja-instituição dos dias atuais é uma construção histórica e cultural, que deve ser bem analisada e entendida.

O processo de institucionalização começou com Constantino, em 313, quando promulgou o Édito de Milão, garantindo assim liberdade de culto. Logo em seguida a igreja foi cumulada de magníficos presentes, dentre os quais, os explendorosos prédios que seguiam o padrão da basílica ou tribunal de justiça romano. A grande cadeira central (trono do bispo), as cadeiras menores (dos auxiliares), a alta plataforma (tribuna de honra), o púlpito, a nave, nenhum detalhe faltou da suntuosidade da corte imperial e da arquitetura romana. Agregado a este novo espaço cúltico e litúrgico, foi também introduzido algumas tradições da cultura judaica, com vários rituais e vestes litúrgicas para os "sacerdotes cristãos".

Na Idade Média, com a queda do Império Romano e a ascensão dos povos bárbaros ou germânicos, não demorou para que fossem importados os padrões dos grandes castelos e fortalezas dos reis. Assim, como no palácio real, a igreja passou a ter também os seus monarcas intocáveis e absolutos (papas, cardeais e bispos), com direito, inclusive às mesmas regalias, além de rainha (mesmo que oficiosa), bobo da corte, bajuladores, traidores e súditos. Ficava difícil saber quando se estava num castelo ou num templo cristão. A Reforma Protestante não contribuiu muito para a mudança dessa mentalidade monárquica-feudo-eclesiologizada.

A Idade Moderna toma força com a Revolução Industrial e posteriormente com a Revolução Francesa. Dessa forma, a igreja medieval precisa também se modernizar. Sem abrir mão dos esplenderosos prédios e da liturgia constantiniana, mantendo o esquema palacial feudo-eclesiologizado, resolve se abrir para as inovações estruturais emergentes. Na Europa e na América a igreja-instituição incorpora as teorias clássicas de administração iniciadas por Henri Fayol (1841-1925), que se preocupa com a estrutura organizacional, criando um rede interna de relacionamentos entre órgão e pessoas. Uma abordagem vertical é introduzida com forte ênfase na hierarquia, e outra horizontal é estabelecida com ênfase na departamentalização. Surge neste momento, inspirado no desenho organizacional administrativo clássico, a figura do Presidente da igreja e de seus auxiliares, gerentes, chefes ou supervisores. Dá para imaginar com quem ficou o papel ou atribuições dos operários? Mas, não se esqueçam que estamos em pleno mundo capitalista, e não dá para falar de capitalismo sem lucro e propriedade privada (acúmulo do capital). No que é investido os lucros? A resposta, no crescimento e expansão das igrejas-empresas, no aumento de seu patrimônio e no enriquecimento de seus "donos", proprietários ou sócios fundadores. E os operários, como e com o que ficam? Não ficam, ou ficam com quase nada em sua total alienação.

Nos dias atuais (pós-modernidade), sob a condição sócio-cultural e estética do capitalismo contemporâneo, a igreja-instituição, em sua forma híbrida, frankstenizada, e caricaturizada, herdada das mutações, incorporações e transformações culturais, caminha sem saber para onde, e vive sem saber o que é.

O dramático, trágico e cômico nisso tudo é que essa "coisa" chamada de igreja (instituição), insiste em achar que é a Igreja de Jesus.

Paulista-PE, 23/10/2009

Luciano

VLT EM CUIABÁ, UM PROJETO

11:27:00

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Luciano

HISTÓRIA DAS ASSEMBLÉIAS DE DEUS NO BRASIL

21:04:00

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Luciano

Aos mestres antipentecostais com carinho

20:54:00

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Na minha adolescência, assisti à comovente história Ao Mestre, com Carinho, protagonizada pelo premiado ator Sidney Poitier. Tomo emprestado o nome desse filme de sucesso para me dirijir aos mestres e irmãos cessacionistas, antipentecostais, com carinho, amor e respeito, mas com muita franqueza.

Sei que os irmãos não querem abrir mão de suas concepções filosóficas quanto à atualidade da manifestação multiforme do Espírito, preferindo afirmar que a promessa do revestimento de poder do Espírito foi apenas para os dias dos apóstolos... Mas, até quando ignorarão a Palavra de Deus, desprezando o que está escrito em Joel 2.28,29, Lucas 24.49, Atos 2.39, 1 Coríntios, 1 Tessalonicenses, etc.?

Os irmãos não percebem que, ao fazerem isso, privam-se da sobrenaturalidade do verdadeiro evangelho de Cristo e dos dons espirituais, descritos com muita clareza em 1 Coríntios 12 a 14? Por que insistem em afirmar que as línguas e a profecia cessaram? É pecado falar em línguas? Para os senhores é, não é mesmo? Mas saibam que maior pecado é zombar, escarnecer do que a Palavra do Senhor apresenta como manifestações provenientes do Espírito.

Ó, cessacionistas, vocês dizem, citando Paulo, que “havendo profecias, serão aniquiladas; havendo línguas cessarão” (1 Co 13.8). Que engano! Esse apóstolo disse isso depois de enfatizar que nada teria valor sem amor: as línguas, as profecias, a ciência e a fé (vv.1,2). Se desprezarmos o amor, “havendo ciência, desaparecerá” (v.8), isto é, ela não terá valor algum. Mas nenhum dos senhores afirma que a ciência desapareceu.

E, quanto à fé? Caso não haja amor, com certeza ela desaparecerá, posto que o fruto do Espírito gerado em nós consiste em virtudes eficazes apenas quando exercidas com amor, o primeiro elemento desse fruto (Gl 5.22). Todos os outros “gomos” são diferentes expressões dessa preciosa virtude: gozo é o amor regozijando-se; bondade, o amor em ação; fé, o amor crendo; e assim por diante (Ef 5.9; 2 Pe 1.5-9; Cl 3.12-16).

O derramamento de poder, o batismo com o Espírito (que é diferente de ser batizado no Corpo de Cristo), é um revestimento do alto para o crente (Lc 24.49), e essa promessa diz respeito “a tantos quantos Deus, nosso Senhor, chamar” (At 2.39). O desafio dos senhores, caros cessacionistas, é o de aceitar pela fé essa promessa divina. Ou preferem defender uma posição antibíblica mediante argumentos lógicos?

Vocês foram chamados por Deus? Fazem parte da geração eleita, alcançada pela misericórdia do Senhor, conforme 1 Pedro 2.9,10? Então, por que não soltam essas amarras tradicionalistas, baseadas na razão humana, e recebem o poder do alto? Ou vocês preferem continuar seguindo a esse falso cessacionismo?

Os senhores não querem abrir mão da interpretação equivocada de que as línguas mencionadas em 1 Coríntios 14.18 eram idiomas aprendidos, como hebraico ou grego. Mas, em 1 Coríntios 14.2, está escrito: “Porque o que fala língua estranha não fala aos homens, senão a Deus; porque ninguém o entende, e em espírito fala de mistérios”. Se as línguas estranhas são idiomas aprendidos, por que ninguém as entende? Observem o que o texto diz: “em espírito, fala de mistérios”.

Se as línguas mencionadas por Paulo são da terra, por que ele disse que é preciso orar para interpretá-las? Observem: “ore para que a possa interpretar” (v.13). Além disso, o termo “mais”, no grego, mallon, indica que Paulo falava em línguas mais frequentemente — e não em mais idiomas — que os crentes de Corinto.

Infelizmente, os senhores se esqueceram de que devem crescer também na graça, e não apenas no conhecimento. E o mais triste é que, agindo assim, crescem apenas no conhecimento humano, racional, e não no “conhecimento nosso Senhor e Salvador Jesus Cristo” (2 Pe 3.18).

Se você, caro leitor, se considera um cessacionista e tem confiado em seu limitado raciocínio, abrindo mão da poderosa presença do Espírito Santo, bem como das verdades reveladas nas Escrituras, há uma mensagem para o seu coração, a qual Paulo recebeu do Senhor: “Não extingais o Espírito. Não desprezeis as profecias” (1 Ts 5.19,20).

Você que zomba da sobrenaturalidade do evangelho, que faz pouco caso do que Jesus apresentou como sendo o efeito da pregação da Palavra (Mc 16.15-20), precisa pedir perdão a Deus. Sim, eu concordo que haja falsificadores, enganadores, mas abrir mão do poder do alto por causa desses falsos profetas é privar-se das armas da nossa milícia (Lc 10.19; 2 Co 10.4). Portanto, mestres cessacionistas, peço-lhes que revejam os seus conceitos, posto que estão depondo contra a própria Bíblia.

Com temor e tremor,

Ciro Sanches Zibordi

Luciano

O Preço da Liderança

10:59:00

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Luciano

Seu Estilo de Liderança é Único!

10:48:00

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Venho trabalhando – há 50 anos, ou mais – com organizações de todos os tipos, como professor e administrador em universidades, consultor de corporações, membro de conselhos, voluntário. Durante esse período, conversei com dezenas – talvez até centenas – de líderes sobre seu papel, alvos e desempenho. Trabalhei com indústrias enormes e também com micro-empresas, com organizações que alcançam todo o mundo e outras que trabalham com crianças com deficiências graves, em cidades pequenas, com alguns executivos extremamente brilhantes e uns poucos tolos, com gente que fala muito sobre liderança e gente que parece não pensar que é líder e que poucas vezes fala sobre o assunto.

As lições são evidentes.

A primeira é que talvez existam “líderes natos”, mas que, com certeza, há muito pouca gente para depender deles. A liderança pode e deve ser aprendida…

A segunda grande lição é que “personalidade de liderança”, “estilo de liderança” e “traços de líder” não existem. Entre os líderes mais eficientes que conheci e com quem trabalhei nesse meio século, alguns viviam trancados no escritório e outros estavam sempre rodeados de gente. Uns (não muito) eram “gente boa” e outros disciplinadores severos. Uns, rápidos e impulsivos, outros estudavam, voltavam a estudar e demoravam um tempo enorme antes de decidir. Alguns eram calorosos e simpáticos, outros permaneciam distantes mesmo depois de trabalhar durantes anos com as mesmas pessoas durante anos, não apenas gente de fora, como eu, mas de dentro da própria organização. Há os que falam imediatamente sobre a família e os que nunca mencionam nada a não ser a tarefa que têm em mãos.

Alguns líderes eram terrivelmente fúteis – e isso não afetou em nada seu desempenho (assim como a imensa vaidade do General Douglas MacArthur não afetou o dele até o fim de sua carreira). Alguns se retraíam diante de uma falha – e isso também não afetou seu desempenho como líderes (como também não afetou o General George Marshall ou Harry Truman). Uns eram austeros em sua vida privada, como eremitas no deserto; outros viviam com ostentação, amavam os prazeres e se lançavam a eles em todas as oportunidades. Havia os bons ouvintes mas, entre os líderes mais eficientes com que trabalhei havia também uns poucos solitários que ouviam apenas sua própria voz interior.

O único traço de personalidade que encontrei nas pessoas eficientes era algo que não tinham: tinham pouco, ou nenhum, “carisma”, e pouca utilidade para o termo e para o que ele significa.

O que os líderes sabem

Todos os líderes eficientes que encontrei – tanto aqueles com quem trabalhei e quanto os que apenas observei – sabiam quatro coisas simples:

1. A única definição de líder é aquele que tem seguidores. Alguns são pensadores, outros profetas. Os dois papéis são importantes e extremamente necessários. Porém, sem seguidores, não existem líderes.

2. O líder eficiente não é alguém que é amado e admirado. É alguém cujos seguidores fazem o que é certo. Popularidade não é sinônimo de liderança. Resultados, sim.

3. Os líderes são muito visíveis. Por isso, dão exemplos.

4. Liderança não é um ranking, privilégios, títulos nem dinheiro. É uma responsabilidade.

O que os líderes fazem

A despeito da quase infinita diversidade com respeito à personalidade, ao estilo, às habilidades e aos interesses, os líderes eficientes que encontrei, com quem trabalhei e a quem observei, também se comportavam de forma bem semelhante:

1. Não começavam perguntando o que queriam, mas sim o que precisava ser feito.

2. Em seguida, perguntavam como poderiam fazer diferença. Teriam de fazer alguma coisa que tanto precisava ser feita quanto estava de acordo com os pontos positivos do líder e com a forma como ele ou ela é mais eficiente.

3. Perguntavam constantemente qual era a missão e os alvos da organização, além de indagar o que representava desempenho e resultados para aquela organização específica.

4. Eram extremamente tolerantes com as diversidades nas pessoas e não procuravam cópias deles mesmos. Raramente lhes ocorria perguntar se gostavam ou não de alguém, mas eram totalmente intolerantes, de forma amigável, quando o que estava em jogo eram o desempenho, os padrões e os valores da pessoa.

5. Não se sentiam ameaçados pelas qualidades de seus colegas. Ficavam felizes por elas. Soubessem disso ou não, seguiam o moto que Andrew Carnegie quis que fosse escrito em seu túmulo: “Aqui jaz um homem que atraiu para seu serviço pessoas melhores do que ele”.

6. De uma forma ou de outra, submetiam-se ao “teste do espelho” – quer dizer, garantiam que a pessoa que viam no espelho todas as manhãs era o tipo de pessoa que queriam ser, respeitar e em quem podiam confiar. Assim, fortaleciam-se contra as maiores tentações dos líderes – fazer o que é popular em vez de fazer o que é certo, e fazer coisas insignificantes, cruéis e desleixadas.

Finalmente, esses líderes eficientes não eram pregadores, eram realizadores. No meio da década de 20, quando eu terminava o 2º. grau, uma grande leva de livros sobre a I Guerra Mundial e suas batalhas, escritos em inglês, francês e alemão, surgiu de repente. Nosso excelente professor de história, veterano da guerra que havia sofrido ferimentos graves, mandou que escolhêssemos vários desses livros, lêssemos com atenção e escrevêssemos um trabalho extenso sobre o que havíamos lido. Quando discutimos os trabalhos em sala, um de meus colegas perguntou por que todos os livros afirmavam que a Grande Guerra havia sido marcada pela incompetência. O professor não hesitou um segundo e retrucou: “Porque não morreram generais suficientes. Eles ficaram bem longe das linhas de combate e deixaram para outros a luta e a morte”.

Líderes eficientes delegam muitas tarefas. Se não fizerem isso, acabam soterrados por problemas triviais. Porém, não delegam aquilo que só eles podem realizar com excelência, que fará diferença, que estabelecerá padrões, aquilo pelo que querem ser lembrados. Isso eles fazem.

Peter F. Drucker é escritor, professor, consultor e fundador da Peter F. Drucker Foundation for Nonprofit Management. Reimpresso com permissão de The Leader of the Future, The Drucker Foundation, F. Hesselbein, M. Goldsmith, and R. Beckhard, eds. 1996 The Peter F. Drucker Foundation for Nonprofit Management. Todos os direitos reservados. Para informações sobre pedidos, entre em contato com Jossey-Bass, Inc., 350 Sansome St., San Francisco, CA 94104; 800-956-7739. 1996 por Christianity Today International/LEADERSHIP, journal.
Última atualização: 8 de outubro de 1996

Luciano

Evangelismo Com Um Toque A Mais-John Stott reflete sobre nossa situação passada e futura

08:11:00

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Em 2004, David Brooks, colunista do New York Times, escreveu que, se os evangélicos fossem escolher um papa, o eleito seria, muito provavelmente, John Stott que, aos 85 anos, encontra-se no centro da renovação evangélica que ocorre no Reino Unido. Seus livros e sermões bíblicos já cativaram milhões de pessoas por todo o mundo. Está sempre envolvido com concílios e diálogos mundiais importantes, inclusive como presidente do comitê que elaborou o Pacto de Lausanne (1974) e o Manifesto de Manila (1989) – dois documentos importantes para os evangélicos. Há mais de 35 anos ele dedica, todos os anos, três meses para viajar pelo mundo, dando atenção especial às igrejas localizadas em regiões onde o cristianismo é minoria. É pessoa mais do que adequada para comentar o passado, presente e futuro dos evangélicos. O autor Tim Staffod, de Christianity Today, entrevistou John Stott em sua casa, em Londres.

Segundo sua opinião, o que é ser evangélico, e qual a importância disso?
Um evangélico é um cristão simples e comum. Situamo-nos no centro do cristianismo histórico, bíblico e ortodoxo. Por isso podemos recitar o Credo Apostólico e o de Nicene sem temor. Cremos em Deus Pai, em Jesus Cristo e no Espírito Santo.
Tendo dito isso, há dois aspectos que quero enfatizar: por um lado, a preocupação com a autoridade e, por outro, a salvação.

Para os evangélicos, a autoridade é Deus, que falou de modo supremo em Jesus Cristo. E isso vale também para a redenção, ou salvação. Deus agiu em e através de Jesus Cristo para salvar os pecadores.

Creio ser necessário que para os evangélicos acrescentar que o que Deus falou em Cristo e no testemunho bíblico sobre ele, e o que Deus fez em e através de Cristo são, ambos, para usar o termo grego, hapax – que significa de uma vez por todas. A palavra e a obra de Deus em Cristo são definitivas. Imaginar que podemos acrescentar uma palavra sequer à palavra ou à obra dele é um desprezo imenso pela glória única de nosso Senhor Jesus Cristo.

Você não mencionou a Bíblia, e isso pode surpreender algumas pessoas.
Na verdade eu mencionei, mas você não notou. Falei Cristo e o testemunho bíblico sobre Cristo. Mas a ênfase realmente distintiva repousa em Cristo. Se você quer assim, pretendo passar a convicção de um livro para uma pessoa. O próprio Jesus afirmou que as Escrituras dão testemunho dele. A principal função delas é testemunhar de Cristo.



Parte da implicação do que você diz é que os evangélicos não devem ser um povo com inspiração negativa. Nosso verdadeiro foco deve ser a glória de Cristo.

Creio firmemente nisso. Cremos na autoridade da Bíblia porque Cristo a endossou. Ele se coloca entre os dois testamentos. Olhando para o passado, o Antigo Testamento, vemos que ele o confirmou. Olhando para a frente, para o Novo Testamento, aceitamos por causa do testemunho dos apóstolos sobre Cristo. De forma deliberada, ele escolheu, nomeou e preparou os apóstolos, para testemunharem sobre ele. Gosto de ver Cristo no centro, confirmando o antigo e apontando para o novo. Embora a questão do cânon do Novo Testamento seja complicada, em geral somos capazes de afirmar que o que é canônico é apostólico.

Em quê a posição dos evangélicos mudou durante os anos de seu ministério?
Olho para trás – fui ordenado há 61 anos – e lembro que quando comecei na Igreja da Inglaterra, os evangélicos eram uma minoria desprezada e rejeitada. Os bispos não perdiam a menor oportunidade para nos ridicularizar. Nos 60 anos seguintes, vi o movimento evangélico na Inglaterra crescer em tamanho, em maturidade, com certeza em erudição. Por isso, penso em termos de influência e impacto. Saímos de um gueto e nos colocamos em posição predomínio, lugar muito perigoso.

Você pode comentar sobre os perigos?
O orgulho é o perigo sempre-presente que se coloca diante de nós. Em muitos aspectos, é bom sermos desprezados e rejeitados. Penso nas palavras de Jesus: “Ai de vocês, quando todos falarem bem de vocês”.

Voltando ao hapax, é um conceito que acarreta humildade. A essência da fé evangélica é muito humilhante. William Temple disse: “A única coisa minha com que contribuo para a redenção é o pecado do qual preciso ser redimido”.

Temos visto, também, um enorme crescimento da Igreja por todo o mundo, em grande parte nas linhas evangélicas. Qual a sua opinião sobre a importância disso?


Esse crescimento enorme é o cumprimento da promessa de Deus a Abraão registrado em Gênesis 12:1-4. Deus prometeu a Abraão abençoar não apenas a ele, ou a sua família e sua posteridade, mas, através da posteridade dele, abençoar todas as famílias da Terra. Sempre que vemos uma congregação multi-étnica, presenciamos o cumprimento dessa maravilhosa promessa de Deus. Promessa feita a Abraão, há 4.00 anos e que se cumpre hoje, bem diante de nossos olhos.



Provavelmente, você conhece melhor essa Igreja que cresce do que qualquer outro ocidental. Gostaria de saber sua avaliação sobre ela.
A resposta é “crescimento sem profundidade”. Ninguém contesta o crescimento imenso da Igreja, mas tem sido, em grande escala, numérico e estatístico. E o crescimento do discipulado não tem sido equivalente ao aumento dos números.

Como a igreja ocidental, que com certeza tem seus próprios problemas, pode interagir com a igreja não-ocidental? Neste exato momento muitas igrejas enviam grupos missionários para todas as partes do mundo.

Com toda certeza quero ter opinião positiva sobre viagens missionárias de curto prazo e creio que, no todo, são boas. Certamente dão aos ocidentais uma oportunidade maravilhosa de saborear o cristianismo do sul e de serem desafiados por ele, particularmente pela vitalidade exuberante que apresenta. Mas penso que os líderes dessas viagens missionárias agiriam com sabedoria advertindo os membros de que é uma experiência muito limitada, em uma missão transcultural.

A verdadeira missão, baseada no exemplo de Jesus, envolve penetrar em outro mundo, de outra cultura. A missão transcultural em que o missionário encarna a outra cultura é cara e pode ter um preço alto a pagar. O que quero dizer é que devemos entender que, quando Deus chama um missionário transcultural, serão necessários 10 anos para aprender a língua e conhecer a outra cultura e, assim, ser aceito, mais ou menos, como parte do mesmo povo.

Então, não há como substituir um missionário de longo prazo.

Creio que não, à exceção de cristãos da mesma cultura.

E o que dizer sobre o que alguns dizem ser o maior campo missionário, sua própria cultura secularizadora ou secularizada? O que precisamos fazer para alcançar essa sociedade cada dia mais pagã?

Penso que precisamos dizer um ao outro que ela não é tão secular quanto parece. Acredito que essas pessoas que taxamos como seculares se lançam à busca de pelo menos três coisas. A primeira é transcendência. É interessante notar que nessa cultura que classificamos como secular tanta gente procura alguma coisa além. Considero isso um grande desafio à qualidade de nosso testemunho cristão. Será que ele oferece às pessoas o que elas buscam instintivamente, ou seja, a transcendência, a realidade de Deus?

A segunda é significado. Quase todo mundo procura sua identidade pessoal. Quem sou eu, de onde vim, para onde vou, qual o sentido da vida? Isso desafia a qualidade de nosso ensino cristão. Precisamos ensinar às pessoas quem elas são, já que elas não sabem. Nós sabemos. Elas são seres humanos criados à imagem de Deus, embora a imagem esteja maculada.

A terceira coisa é a busca de comunhão. Em toda parte as pessoas procuram comunhão, relacionamentos de amor. Esse é um desafio à nossa comunhão.

Gosto muito do que está escrito em 1 João 4:12: “Ninguém jamais viu a Deus; se amarmos uns aos outros, Deus permanece em nós, e o seu amor está aperfeiçoado em nós”. A invisibilidade de Deus é um grande problema para muita gente. A questão é: como Deus resolveu essa questão? Primeiro, Cristo tornou Deus visível. O evangelho de João diz (1:18): “Ninguém jamais viu a Deus, mas o Deus Unigênito, que está junto do Pai, o tornou conhecido”.

Muitos dizem que isso é maravilhoso, mas que aconteceu há 2.000 anos. Então, em 1 João 4:12, ele inicia com exatamente a mesma fórmula: ninguém jamais viu a Deus. Mas, dessa vez, João prossegue: “se amarmos uns aos outros, Deus permanece em nós”. O mesmo Deus invisível que se fez visível em Jesus agora se torna visível através da comunidade cristã, se nos amarmos uns aos outros. E qualquer proclamação oral do evangelho será inútil se não for feita por uma comunidade cheia de amor.

Esses três elementos de nossa humanidade estão ao nosso favor para o evangelismo, porque as pessoas buscam exatamente o que temos a oferecer.
Então você não desistiu do ocidente.
Não desisti, mas acredito que o evangelismo deve se dar através da igreja local, da comunidade, e não dos indivíduos. A Igreja deveria ser uma sociedade alternativa, sinal visível do reino. E a tragédia é que as igrejas locais muitas vezes falham em demonstrar comunhão.

Você quer falar sobre pregação?

Nunca me canso desse assunto. Sou um defensor inclemente da importância da pregação. Claro que se trata de pregação bíblica.

A pregação bíblica tem enfrentado grandes dificuldades em muitos lugares. O que você tem a dizer a um pastor que tenta, em desespero, prender a atenção do povo e, na verdade não tem a confiança que capacita a pessoa a pregar sobre um texto bíblico?

O problema é o mesmo em toda parte do mundo. Igrejas vivem, crescem e florescem pela Palavra de Deus. E murcham e até mesmo perecem na ausência dela.

Então, a Langham Partnership International (Parceria internacional Langham, veja “Legacy of a Global Leader” – Legado de um líder global) possui três convicções básicas. A primeira é que Deus quer o crescimento da Igreja, que é dele. Um dos versículos que expressa isso com mais propriedade é Colossenses 1:28-29, onde Paulo diz que proclamamos a Cristo, alertando e ensinando a todos em toda sabedoria, para nos apresentarmos todos maduros em Cristo. Há um chamado claro à maturidade, ao crescimento.

Segunda, ela cresce pela Palavra de Deus. Suponho que você concorde que há outras formas de crescimento para a Igreja, mas, olhando o Novo Testamento como um todo, vemos que é a Palavra de Deus que amadurece o povo dele.

Isso me leva à terceira convicção: a Palavra de Deus chega ao povo principalmente, mais são somente, pela pregação. Costumo imaginar, nas manhãs de domingo, o espetáculo maravilhoso do povo de Deus convergindo para os lugares de adoração por todo o mundo. Vão a catedrais construídas na Idade Média, a igrejas domiciliares, ao ar livre. Sabem que durante o ato de adoração haverá um sermão, que será bíblico, para que possam crescer através da Palavra de Deus.

Quando subo ao púlpito com a Bíblia nas mãos e no coração, o sangue me corre mais rápido pelas veias e meus olhos brilham devido à glória imensa de ter a Palavra de Deus para apresentar. Precisamos enfatizar a glória e o privilégio de compartilhar a verdade de Deus com o povo.

Que rumo nós, evangélicos, devemos tomar? Passamos por muitos percalços nos últimos 50 anos.


Minha resposta imediata é que precisamos ir além do evangelismo, que não deve ser especialidade dos evangélicos. Bem, sou totalmente comprometido com a evangelização do mundo. Porém, precisamos olhar além do evangelismo, para o poder transformador do evangelho, tanto dos indivíduos quanto da sociedade.

Com relação aos indivíduos, noto a ausência, nas expressões diversas da fé evangélica, da busca pela santidade que caracterizou nossos antepassados, que fundaram o movimento Keswick, por exemplo, e a procura do que eles às vezes chamavam de santidade bíblica ou prática. Não sei como, mas santidade parece ter um sentido de falsidade. As pessoas não gostam de ser chamadas de santas, mas no Novo Testamento, santidade é semelhança a Cristo. Gostaria que todo o movimento evangélico tomasse a decisão consciente de crescer na semelhança a Cristo, da forma descrita em Gálatas 5:22-23.

Com respeito à transformação social, tenho refletido muito sobre as metáforas que o próprio Jesus escolheu em Mateus 5, o Sermão do Monte – o sal e a luz. “Vocês são o sal da Terra; vocês são a luz do mundo.” Parece-me que esses modelos apresentam pelo menos três elementos.

Primeiro, os cristãos são totalmente diferentes dos não-cristãos. Se não são, deveriam ser. Jesus coloca as duas comunidades em oposição. De um lado estã o mundo, do outro estão vocês, que são a luz para o mundo sombrio. Jesus indicou que somos tão diferentes do mundo quanto a luz das trevas e o sal da deterioração.

Segundo, os cristãos precisam permear a sociedade não-cristã. O sal não serve para nada no saleiro. A luz não ajuda em nada se ficar escondida em baixo da cama ou em um balde. Ela precisa penetrar nas trevas. Então, as duas metáforas nos chamam a ser não apenas diferentes, mas a permear a sociedade.

Terceiro, a implicação mais controversa, as metáforas do sal e da luz indicam que os cristãos podem transformar a sociedade. Os modelos têm esse sentido, já que tanto o sal quanto a luz são bens eficientes, que transformam o ambiente em que são colocados. O sal impede a deterioração por bactérias. A luz dissipa as trevas. Não se trata de ressuscitar o evangelho social. Não podemos aperfeiçoar a sociedade, mas podemos melhorá-la.

Minha esperança é que, no futuro, líderes evangélicos incluam em sua agenda social tópicos essenciais, embora controvertidos, como alterações climáticas, erradicação da pobreza, fim das armas de destruição em massa, além de reagir de forma correta à pandemia da AIDS, defendendo os direitos humanos de mulheres e crianças em todas as culturas. Espero que nossa agenda não permaneça tão limitada quanto é hoje.

Tim Stafford
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Luciano

O Senhor é Meu Pastor

10:03:00

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O Salmo 23 mostra que só o nosso Pastor, o Senhor Jesus, pode nos satisfazer.

1 [Salmo de Davi] O SENHOR é o meu pastor, nada me faltará.
2 Deitar-me faz em verdes pastos, guia-me mansamente a águas tranqüilas.
3 Refrigera a minha alma; guia-me pelas veredas da justiça, por amor do seu nome.
4 Ainda que eu andasse pelo vale da sombra da morte, não temeria mal algum, porque tu estás comigo; a tua vara e o teu cajado me consolam.
5 Preparas uma mesa perante mim na presença dos meus inimigos, unges a minha cabeça com óleo, o meu cálice transborda.
6 Certamente que a bondade e a misericórdia me seguirão todos os dias da minha vida; e habitarei na casa do SENHOR por longos dias.

Luciano

De onde vem o socorro?

10:01:00

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11 de setembro de 2001... O maior ícone do poder financeiro do mundo foi ao chão em questão de minutos, ceifando milhares de vidas. Que recado teria a Palavra de Deus para momentos tenebrosos assim, quando nos sentimos tão impotentes, tão inseguros?

Luciano

Israel - prova da veracidade da Bíblia

09:59:00

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O que Deus disse sobre Israel milhares de anos atrás pode ser visto ainda hoje. A profecia cumprida mostra que a Bíblia é a Palavra de Deus.

Luciano

Mensagens biblicas

09:53:00

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Luciano

Conhecimento, Dinheiro e Poder

09:48:00

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"Use o conhecimento para ajudar pessoas, nunca para explorá-las; use o dinheiro para suprir necessidades das pessoas, nunca para comprá-las; use o poder para servir às pessoas, nunca para dominá-las".

Poderíamos escrever também desta maneira:
"Use o conhecimento, o dinheiro e o poder para ajudar, suprir necessidades e servir às pessoas, nunca para explorá-las, comprá-las ou dominá-las".

Procure versículos bíblicos que dão base¹ para essas frases.
Tente encontrar versículos que refutam essas frases (creio que você não vai encontrar).

Agora escreva o que mais, além de conhecimento, dinheiro e poder você poderia usar para beneficiar pessoas. Incremente a lista de atitudes relacionadas a ajudar, suprir necessidades e servir. E aliste também outras palavras relacionadas a explorar, comprar e dominar.

Pois bem, confronte isso com o que você vê acontecendo na nossa sociedade, com a maneira como as pessoas se comportam, com as práticas de vendas e de (tele)marketing das lojas, com as filosofias de crédito e de tarifas das instituições financeiras e com as possíveis motivações das políticas econômica, tributária e administrativa do governo. E por que não comparar também com a pregação das igrejas?

Qual é a sua conclusão?

A minha é: devo me esforçar para viver ajudando, suprindo necessidades e servindo às pessoas. Isso tem sido um desafio para mim. Que desafio! Não é fácil! Mas continuo na luta.
Aceite você também este desafio e faça diferença. E experimente a diferença.

"Pois nem mesmo o Filho do homem veio para ser servido, mas para servir e dar a sua vida em resgate por muitos" Mc 10:45.

(1) Jr 9:23-24; Fp 2:4, At 20:35, 1Tm 6:17-18, Rm 12:9-21, 1Pe 5:1-4; Pv 22:16,22-23; 2Tm 3:1-9; Tg 4:1-4; Tg 4:13-17; Tg 5:1-6 e outros.

Luciano

Provai e vede que Deus é bom

08:25:00

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Oh! Provai, e vede que o Senhor é boma, bem-aventurado o homem que nele confia” Salmo 34:8. Quantas vezes li este texto sem jamais me situar das realidades nele contidas, principalmente em acreditar no plano de Deus para vida de cada um de nós. Geralmente acreditamos que esconder é a melhor solução. Fugir hoje e continuar fugindo a vida toda.

Quando Davi diz: “Oh! Provai e vede que o Senhor é bom”, retrata de forma entusiástica de algo que funcionou na sua experiência. Perseguido por Saul e fugindo dos filisteus, Davi se escondera na caverna de Adulão. A crise circunstancial era tremendamente adversa, envolvendo a dor ada perseguição e do abandono, e o choro e o sofrimento por viver momentos tão contraditórios, sem entende a causa de tudo,, angustia profunda da alma. Por não entender aquele momento circunstancial Davi apela p'ra Deusa, com choro, suplica e clamor: acaso Deus se esqueceu de mim? Eu não sou um escolhido, não sou o sucessor do trono?

Nesta luta contra os temores futurosa, contra o medo de lutar, contra a tristeza da aparente derrota, Deus abriu o coração de Davi, e o Rei reconheceu seus temores, seu medo e descansou nas mãos do Todo-Poderoso, do Eterno. Davi creu que os planos de Deus não podem ser frustrada, Davi creu que Deus anão se atrasa, que Deus não mente e não pode mentir, que Ele é fiel, vivo e verdadeiro.

Com esta confiança Davi saiu daquela caverna disposto a enfrentara, em nome de Deus todas as dificuldades que surgissem apela frente

Mais tarde Davi retrata esta experiência no Salmo 34 afirmando: “Provai e vede que o Senhor é bom...”

São nesses momentos de extrema dificuldades, dor e angustia Deus nos chama para fazermos prova dEle.

Assim como Davi também atenho em minha vida muitas experiências de fidelidade de Deus, no momento eu não entendia aquela situação, mais Deus já na bonança, percebi que atinha de passara por aquilo tudo para ver e sentir a bondade do Senhor. Não se tratava de como Deus me provara, mas de como eu tive prova de Deus quando nEle confiei todos os meus designos, todos os meus planos, toda a minha vida e descansei nEle.

“Provai e vede que o Senhor é bom...”

PENSE: “Busquei o Senhor e ele me acolheu ; livrou-me de todos os meus temores. Contemplai-o s sereis iluminados , e os vossos rostos jamais sofrerão vexame. Clamou este aflito , e o Senhor o ouviu e o livrou de todas as suas tribulações . O anjo do Senhor acampa-se ao redor dos que o temem , e os livra .Oh! Provai , e vede que o Senhor é bom ; bem-aventurado o homem que nele se refugia“ Salmo 34:4-8

ORE: Senhor! Graças te dou pela aforma tão maravilhosa como dirige a minha vida. Ajuda aqueles que estão presos pelo sofrimento,a agonia, agustia, dor e tristeza, traze-lhes arrependimento a um novo coração. Em nome de Jesus. Amém!

Luciano

Discipulado - A BÍBLIA

18:54:00

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Capítulo 1

A BÍBLIA


I. INTRODUÇÃO


Alguém já chamou a Bíblia Sagrada de “a biblioteca divina” e não sem razão. Embora vejamos a Bíblia como um livro, ela é constituída de sessenta e seis livros distintos. Esses livros, começando do Gênesis até o Apocalipse, estão divididos em duas partes principais. A primeira parte é chamada de velho testamento e contém trinta e nove livros. A segunda parte é chamada de novo testamento e contém vinte e sete livros. Nas primeiras páginas da maioria das Bíblias, há um índice que mostra os nomes dos livros e o número das páginas em que cada um se inicia.


II. QUEM ESCREVEU A BÍBLIA?


Do ponto de vista humano a Bíblia é a história- a história divina e foi escrita por não menos que trinta e seis autores num período de aproximadamente mil e seiscentos anos. Mas, o mais relevante é saber que esses homens estavam sob o direto controle de Deus. Isso é que torna a Bíblia um livro inspirado por Deus. Deus os guiou ao escrever cada palavra. Isto é o que chamamos de inspiração. Os seguintes versos das Escrituras claramente mostram que a Bíblia é inspirada por Deus.
“Porque a profecia nunca foi produzida por vontade de homem algum, mas os homens santos de Deus, falaram inspirados pelo Espírito Santo.” 2 Pedro 1:21. “Toda a Escritura é divinamente inspirada e proveitosa para ensinar, para redargüir, para corrigir, para instruir em justiça; para que o homem de Deus seja perfeito e perfeitamente instruído para toda a boa obra.” 2 Timóteo 3: 16-17.


A Bíblia é a palavra de Deus embora alguns possam até dizer que ela contenha a palavra de Deus. Isso implicaria dizer que algumas partes são inspiradas e outras não. Quem poderia afirmar quais partes são inspiradas e quais não são? Depois de muitos anos de pesquisa e estudo, estamos convencidos que não há explicação humana para esse livro. Essa decisão não cabe às opiniões humanas mas como vemos no Salmo 119: 89, “Para sempre, ó Senhor, a tua palavra permanece no céu.”


Outro ponto importante a ser lembrado é que a Bíblia é a única revelação escrita dada por Deus ao homem. Na Bíblia, Deus nos adverte três vezes quanto a acrescentar ou remover algo da Escritura e a última vez está em Apocalipse 22:18-19.


III. QUAL É O ASSUNTO DA BÍBLIA?


Embora a Bíblia contenha sessenta e seis livros, ela tem um assunto central. Cristo é o grande assunto da Bíblia. O velho testamento possui muitas previsões ou profecias a respeito de Cristo. O novo testamento nos fala de sua vinda como salvador. Cristo está oculto no velho testamento e revelado no novo testamento. Também fala de sua morte, sepultamento e ascensão aos céus. Termina revelando os eventos futuros que acontecerão no planeta terra. Jesus Cristo reinará na terra por 1000 anos. Então, haverá um julgamento final chamado “O juízo do grande trono branco”. Finalmente, “um novo céu e uma nova terra” serão estabelecidos. A Bíblia nos apresenta no plano das eras, desde a criação até a nova criação. Apocalipse 21e 22.


IV. COMO ESTÁ DIVIDIDA A BÍBLIA?


A Bíblia é o registro desse mundo, desde seu princípio temporal (criação) até seu final no futuro. Gênesis nos conta como o mundo foi criado, a entrada do pecado, o dilúvio e o princípio da nação de Israel. De Êxodo a Ester temos a história de Israel até 400 anos antes do nascimento de Cristo. Os livros de Jó e Cantares de Salomão contêm lindas poesias e sabedoria. O resto do velho testamento, de Isaías a Malaquias, é profético; isto é, esses livros contêm mensagens do Deus de Israel com relação ao presente e ao seu destino futuro.


O novo testamento começa com os quatro evangelhos que apresentam a vida de Nosso Senhor Jesus Cristo. Os atos dos apóstolos, contam a história do cristianismo em sua infância. Revela o início da igreja e testemunhos pessoais de encontros com o evangelho de Jesus Cristo incluindo a conversão do grande apóstolo Paulo. De Romanos a Judas, temos cartas para as igrejas e indivíduos, grandes verdades da fé cristã e instruções práticas relativas à vida cristã. O apocalipse nos permite olhar um pouquinho no futuro, para eventos que acontecerão nos céus, na terra e no inferno.


V. CONCLUSÃO


Esse livro contém a mente de Deus, o estado do homem, o caminho da salvação, a condenação dos pecadores e a felicidade dos cristãos. Suas doutrinas são santas, seus preceitos consistentes, suas histórias verdadeiras e suas decisões imutáveis. Leia-a para ser sábio, creia nela para ser salvo e pratique-a para ser santo. Ela contém luz para dirigi-lo, alimento para supri-lo e conforto para animá-lo. Ela é o mapa do viajante, a bússola do piloto, a espada do soldado e a garantia do cristão. Aqui o paraíso é restaurado, os céus abertos e as portas do inferno expostas. Cristo é o grande assunto, nosso bem-estar projetado e seu propósito: a glória de Deus. Leia-a devagar, com freqüência e em oração. Ela é uma mina de riqueza, paraíso de glória e rios de satisfação. Recompensará as obras de cada um e condenará àqueles que lidam levianamente com as coisas sagradas. A Bíblia é o livro dos livros- a revelação de Deus aos homens.

Este estudo pertence ao site BBN.

Luciano

A guerra esta de volta!!! GLOBO X RECORD!!

22:01:00

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Veja o video com a denuncia da Rede Globo


Ao acompanhar a matéria do Jornal da Globo, edição de ontem (12), sobre as fraudes cometidas pela tropa universal, um olhar crítico me trouxe duas análises. Na primeira, conclui que a Globo decidiu apelar pra valer contra o crescimento atemorizante da Record através dessas matérias investigadas e ruidosas. Na segunda, me fez indagar: quem será o primeiro a dizer "perseguição contra os evangélicos" (como aconteceu no caso Casal Renascer nos EUA)? Ou será que a IURD tem uma resposta convincente a dar sobre (mais) esse escândalo?


Trechos da matéria escrita no Portal G1

O juiz Gláucio de Araújo, da 9ª Vara Criminal de São Paulo, abriu ação criminal contra o fundador da Igreja Universal do Reino de Deus, Edir Macedo, e mais nove pessoas ligadas a ele, por lavagem de dinheiro e formação de quadrilha.

Segundo a denúncia da Promotoria, Edir Macedo e os outros acusados desviaram dinheiro de doações de fiéis e se aproveitaram da isenção de impostos oferecida a igrejas de qualquer culto, determinada pela Constituição.

O fundador da Igreja Universal do Reino de Deus, Edir Macedo, e mais nove pessoas, são acusados de se apropriar ilegalmente de dízimos e de ofertas de fiéis e de usar o dinheiro das doações para construir um patrimônio pessoal.

Diz a denúncia: "A atuação da quadrilha não conheceu limites. Seus integrantes se utilizaram da Igreja Universal do Reino de Deus para a prática de fraudes em detrimento da própria igreja e de inúmeros fiéis".

Com base em informações de órgãos federais, os promotores afirmam que a Igreja Universal do Reino de Deus arrecada aproximadamente R$ 1,4 bilhão por ano. Em sete anos - entre 2001 e 2008 - a igreja conseguiu cerca de R$ 8 bilhões.

Foi com empréstimos da Investholding e da Cableinvest (quem têm sede em paraísos fiscais) que, de acordo com os promotores, membros da igreja compraram a TV Record do Rio de Janeiro por US$ 20 milhões, em 1992.

Grifos meus. Saiba mais aqui: G1


Por um lado, está clara a intenção da Globo em desestabilizar o crescimento ameaçador da Record. Só que para os universais não tem essa de "quem não deve, não teme". A turma do Edir Macedo deve. E muito. Não à TV Globo, sua arquirrival. Nem tanto aos fiéis da sua igreja, até porque estes têm sido coniventes ao que é praticado. Eles devem a Deus por fazer a obra do Senhor fraudulosamente através do astuto engano. Através dos líderes da Universal, as profecias relacionadas aos últimos dias da Igreja não Terra vão se cumprindo, passo a passo.

Quantas marionetes têm seguido o caminho da perdição (Mt 7.13). Quantos manipulados estão naufragando na fé (1 Tm 1.19). Senhor, socorre essas pobres almas!

O Evangelho vai sendo ridicularizado nas universidades. Os humanistas hodiernos saboreiam o prato cheio das aventuras "universais" para depois lançar na cara dos cristãos de vida piedosa e santidade todo o vômito do desprezo causado pela indigestão do "outro evangelho" praticado pelos seus líderes avarentos (desculpem o período longo nesse parágrafo. Desabafo é assim mesmo...).

Enquanto de cada 4 brasileiros, um se declara evangélico, ou seja, 46 milhões, a moral de muitos cristãos nominais vai sendo flexibilizada; a santidade torna-se imaginária; o compromisso com Deus, superficial; a fé, egocêntrica; a iniquidade aumenta e o amor esfria.

Não se iludam, cristãos! É normal que os súditos do Edir Macedo rejeitem o rótulo de "impostores" pelo fato de estarem longe do caminho da verdade (II Pe 2.1). Mas que cada um olhe para sim mesmo (II Jo 8), para o alvo (Fl 3.14), para cima (Cl 3.1). Para Jesus (Hb 12.2).
Lembra-te, pois, Edir, de onde caístes, e arrepende-te, e pratica as boas obras. Voltes ao teu primeiro amor (Ap 2.4,5)! Da forma que estás, seus fiéis se envergonharão de serem mal estereotipados pela conduta errante e gananciosa que praticas!
Veja outro video sobre a denuncia!!

Luciano

Senhor dos cronogramas

13:05:00

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Entrevista com Hélder Cardin, por Fabiana França

O tempo tem sido cada vez mais um bem precioso que nos escapa por entre os dedos quando menos percebemos. Aqueles que passaram ou estão no SBPV sabem que viver de acordo com o relógio é uma tensão diária, afinal, tudo é controlado por apenas dois ponteiros infalíveis em seus julgamentos.
Para Hélder Cardin, coordenador do Projeto Marcos e do departamento de Educação Cristã do SBPV, superar esse conflito em meio às inúmeras tarefas é uma constante conquista. No entanto, ele tem encontrado formas e ferramentas para usar o tempo a seu favor.
A idéia não é propor um modelo a ser copiado. Segundo Hélder, cada um precisa conhecer seu ritmo e suas limitações. Ainda assim, a organização do tempo envolve princípios importantes.

Passo 1 – Defina seus papéis e atribuições
Você precisa avaliar quais são os seus papéis e o que isso traz de responsabilidades. Exemplo: pai, marido, líder de grupo, aluno, professor etc.

Passo 2 – Programe as atividades que seus papéis requerem
É necessário listar as tarefas fixas e preencher a semana com todas as suas obrigações. Exemplo: tempo com filhos e esposa, tempo com alunos, noites com a família, preparar e dar aula, reuniões etc.

Passo 3 – Programe outras atividades fixas elencadas à sua escolha
Existem prioridades que estão fora de qualquer papel, mas são importantes e devem ser programadas. Exemplo: devocional, exercício físico, cozinhar, tempo com familiares (sogros, pais), leituras por lazer, tempo de descanso etc.

Passo 4 – Visualize sua agenda semanal como um todo
Depois de preenchê-la com as programações obrigatórias, é necessário observar a quantidade de espaços livres. A idéia não é ocupá-los com mais atividades, mas ter ciência de que eles existem para conseguir tornar seu cronograma flexível a imprevistos ou mudanças planejadas. Por exemplo, uma gripe forte o deixará mais cansado, por isso, aproveitará alguns momentos livres para dormir. Ou talvez sua esposa queira fazer um programa pessoal e dependa de você para cuidar das crianças.

Passo 5 – Repasse sua agenda com Deus
Provérbios 16.1 diz que o homem faz planos, mas a resposta certa vem dos lábios do Senhor. Isso deve acontecer com sua agenda. Programe-se, mas ore para Deus ser o verdadeiro dono de seus horários e orientá-lo a ter as prioridades certas. Nunca continue a fazer uma tarefa se Deus o incomodar para fazer algo por ou para alguém. “Avaliar a urgência é essencial, mas quando vejo que Deus prefere mudar minha agenda por algum motivo, mudo meus planos. Além disso, procuro estar 100% em uma tarefa de cada vez e evito pensar na tarefa seguinte”, diz Hélder.

Passo 6 – Considere sua agenda ao fazer os planos futuros
É muito importante ter sua agenda em lugar visível e acessível para que não assuma compromissos que não poderá cumprir. Caso seja casado, seu cônjuge precisa fazer parte do processo de elaboração de seus horários para também se programar sem tantos conflitos familiares, bem como ajudá-lo a lembrar e/ou negar convites.

Além dessas etapas, Hélder nos dá alguns norteadores que têm colaborado para sua seleção de tarefas:
- Programar a rotina dos filhos em função da agenda dos pais. Exemplo: Lucas e Tiago dormem às 20h30 para que ele e sua esposa Juliana tenham mais tempo para outras atividades.
- Otimizar algumas de suas programações para atender a mais de uma necessidade. Exemplo: cozinhar com os alunos que discipula, ler na sala de espera de um consultório médico.
- Identificar e aprender a lidar com os ladrões do tempo, que podem variar muito de uma pessoa para outra. Exemplo: selecionar sites que realmente são úteis para seu trabalho e ministério, não ter orkut, ter cuidado com o msn.
- Colocar sua família como uma obrigação, não no sentido pejorativo, mas para que ela seja realmente uma prioridade no seu dia. As atividades com a família não podem ser desmarcadas a cada imprevisto. “Tenho de fazer certas coisas, mesmo que não tenha ninguém para me cobrar um relatório”, explica Hélder.
- Aprender a lidar com você mesmo. Conheça seus limites e expectativas para programar um cronograma real e viável.
- Não reclamar das responsabilidades assumidas, afinal, nós escolhemos o que fazer!

Considere essas dicas e seja um bom administrador do seu tempo, pois ele é um dos presentes de Deus para nós e precisa ser bem aproveitado!

Luciano

Sobre importância da Campanha de Oração pelo Sudão em todo o mundo amanhã e a recapitulação de assuntos evocados anteriormente neste blog

12:34:00

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Amanhã, 1 de agosto, conforme informado pelo pastor e amigo Geremias do Couto, representante da Associação Billy Graham no Brasil, os cristãos sudaneses estarão realizando o seu Dia Nacional de Oração pelo Sudão (Sudan National Day of Prayer) e todos os demais cristãos do mundo estão sendo conclamados a juntarem-se em oração aos irmãos sudaneses para que Deus fortaleça sua amada igreja naquele lugar e transforme a situação caótica daquele país. Para quem não sabe, ali está acontecendo um dos maiores massacres a cristãos da História da Humanidade.
O Sudão é o maior país da África em extensão territorial. São 42 milhões de pessoas, dentre as quais 70% de muçulmanos (30 milhões), a maioria ao norte do país; 20% de cristãos (8 milhões), a maioria no sul do país; e 10% (4 milhões) de seguidores de outras crenças, sobretudo animistas. Ocorre que, há 26 anos, o norte muçulmano do Sudão tenta submeter a população do sul, predominantemente cristã (5,5 milhões), ao islamismo e também expulsar os 2,5 milhões de cristãos do norte. Nestas quase três décadas de conflito, já são quase 3 milhões de mortos, sendo que, só nos últimos 6 anos, quando o governo ditatorial islâmico do Sudão iniciou o massacre de Darfur, já foram 400 mil mortos. Trata-se de um dos maiores genocídios da História da Humanidade e do maior massacre a cristãos por muçulmanos em toda a História.
Sudaneses que pertencem a outros grupos religiosos também estão sendo assassinados por tabela – estes representam cerca de 5% dos mortos –, mas a motivação do massacre é totalmente étnica e anticristã – são as tribos de sudaneses arabizados do norte, que são muçulmanos, contra as tribos de sudaneses predominantemente negros, que são cristãos. Não é verdade, como uma minoria tem dito, que o massacre em Darfur não é um conflito entre muçulmanos e não-muçulmanos como aquele encetado em 1983, e relativamente apaziguado em 2005, que dividiu o Sudão em Norte e Sul. A constatação de que mais de 90% dos mortos do Conflito de Darfur são de cristãos - e nenhum muçulmano - demonstra o contrário. E mais: a ditadura islâmica que promove o conflito usa como justificativa para a matança exatamente a não-aceitação das normas da Sharia por parte da população – parte esta esmagadoramente de cristãos.
São radicais armados pela ditadura contra cristãos que não têm como se defenderem. Há milhões de cristãos sudaneses vivendo de forma subumana em campos de refugiados e campos de concentração. Outro detalhe que mostra o radicalismo islâmico naquele país é a ligação do regime sudanês com terroristas. Por exemplo: antes dos atentados de 11 de setembro, os muçulmanos do Sudão chegaram a abrigar em seu território o terrorista saudita Osama bin Laden e o quartel-general da Al Qaeda. Ademais, o Sudão é mais uma prova de que aquela tese dos anos 80 de que xiitas são mais violentos do que sunitas é uma grande mentira – os muçulmanos do Sudão são sunitas.
Em 2004, devido ao genocídio encetado pelo ditador sudanês Omar Hassan Ahmad al-Bashir, que tomou o poder num golpe de Estado em 1989, o Conselho de Segurança da ONU tentou votar, com apoio dos EUA, Europa e Israel, duas resoluções contra o Sudão que impunham sanções econômicas caso o massacre continuasse, porém China e Paquistão, que investem na indústria do petróleo do Sudão, em associação com os países árabes, derrubaram as duas resoluções no Conselho de Segurança da ONU. Derrubadas as sanções, sobrou apenas uma alternativa, que chegou a ser ventilada à época: os Estados Unidos liderarem uma intervenção militar unilateral, já que a ONU estava de mãos atadas. Entretanto, naquele período, os EUA estavam com problemas demais no Iraque e no Afeganistão, por isso sem condições de despachar soldados para o Sudão.
Em 2006, houve uma segunda tentativa: o Conselho de Direitos Humanos da ONU, em dezembro daquele ano, tentou votar a condenação do massacre, que já ceifara, à época, a vida de 200 mil sudaneses. Porém, mais uma vez, por causa da oposição de países africanos e árabes, da China e de dois países do Ocidente – Cuba e Brasil (sim, Brasil) –, o Conselho de Direitos Humanos não conseguiu aprovar a condenação. Vergonhosamente, o documento final não criticava o governo do Sudão nem falava de responsabilidades pelo massacre. O acordo desse bloco evitou que os países votassem a proposta dos EUA, União Européia e Israel de condenar o governo do Sudão. Pela proposta aprovada, foram enviados apenas cinco especialistas à região para analisar a situação e – Adivinhem! – nada aconteceu. Hoje, dois anos e sete meses depois, já chega a 400 mil os mortos do massacre islâmico em Darfur, e o governo do nosso país, vergonhosamente, manchou a nossa história ao se opor às sanções contra a ditadura genocida do Sudão.
Oremos pelo Sudão, por nossos irmãos perseguidos, pelo fim do massacre e, como for possível, manifestemos nosso repúdio ao que está acontecendo ali.
Recapitulação de assuntos evocados anteriormente no blog

Alguns leitores deste blog pedem-me para que volte a dar informações sobre o caso da não-divulgação da certidão de nascimento de Obama, que havia mencionado em postagem de 5 de outubro do ano passado. Querem saber em que pé está aquela história estranha. Posso adiantar que as coisas estão mais estranhas hoje do que antes. Agora, o detalhe curioso é que esses pedidos chegam exatamente nesta semana, quando o assunto voltou a ser mencionado pela grande imprensa devido à manifestação de neurastenia da Casa Branca com o crescente interesse dos americanos pelo assunto.
Outros querem saber se é verdade que mudei minha posição inicial sobre o caso do aborto praticado em uma menina em Recife no início do ano. Quem acompanhou o desenrolar do debate na blogosfera sabe que sim. Mantenho meu posicionamento inicial acerca de uma situação hipotética de aborto para salvar a vida da mãe, porém não sou mais ingênuo de achar que seja tão comum, como era no passado, uma situação dessas, devido ao avanço da Medicina nessa área.
O terrível caso do aborto da menina em Recife

Como expressei nas minhas últimas intervenções no espaço de comentários da referida postagem sobre o assunto neste blog e no meu comentário sobre o mesmo assunto no blog do pastor e amigo Geremias do Couto (leia aqui), meu posicionamento diante de uma hipotética situação em que concretamente só o aborto salvaria a vida da mãe continua o mesmo (Mesmo sendo pesarosa qualquer uma das duas decisões, vejo como eticamente possível tanto a mãe morrer em lugar do filho como a morte deste em lugar da mãe. Esta seria, portanto, a única exceção ética em relação ao aborto: o aborto para salvar a vida da mãe). Porém, já não acredito, diante das evidências que foram se apresentando nas semanas seguintes após o fato, que o caso da menina em Recife era desse tipo, como pregavam seus médicos (lembrando: a tese dos médicos era de que a menina mui provavelmente morreria se ou a gravidez fosse levada adiante - o que tinha lógica - ou passasse por uma cesariana - o que já era falso). E ademais, volto a frisar: também já não creio tanto na possibilidade de em algumas gravidezes de risco a salvação da criança no ventre só for possível se a mãe morrer e vice-versa.
"Quer dizer que é impossível que um caso assim surja ainda em nossos dias?" Não digo que seja impossível, mas, com certeza, é muito, muito improvável mesmo.
Enfim, hoje, já não seria ingênuo como fui no começo, ao dar o benefício da dúvida aos médicos da menina, e também já não creio que seja comum (como era no passado antes do avanço da Medicina nessa área) situações em que somos forçados a optar por apenas uma vida - a da criança no ventre ou a da mãe.

A certidão de nascimento de Obama

Continua a preocupar Obama o fantasma da sua certidão de nascimento, a qual nos referimos à primeira vez em postagem deste blog já mencionada. Sete meses depois de tomar posse como presidente dos Estados unidos e mais de um ano depois que a denúncia de não ser americano nativo surgiu, Barack Hussein Obama ainda não mostrou sua certidão de nascimento original e já gastou milhões de dólares com advogados para garantir na justiça a possibilidade de não revelar a certidão de nascimento original.
Recapitulando (para quem não se lembra da história): Phillip Berg, procurador geral da Pensilvânia e membro do Partido Democrata (tendo, inclusive, já se candidatado a governador da Pensilvânia pelo PD), questionou a legitimidade da candidatura Obama evocando claras evidências de que este não é um cidadão americano nativo (condição exigida pela Constituição dos EUA para alguém se candidatar à presidência). Para esclarecer definitivamente a situação, há mais de um ano, Berg entrou com um processo solicitando o direito de, como eleitor e membro do PD, ver a certidão de nascimento original do candidato do seu partido.
Seu processo acabou chegando à Suprema Corte ainda em outubro do ano passado, mas a decisão sobre o caso foi adiada para dezembro (ou seja, para depois do resultado das eleições) e depois para janeiro e, por fim, para depois da posse de Obama. No final das contas, só em fevereiro Berg teve seu pedido julgado. Na ocasião, os advogados de Obama conseguiram que o órgão máximo da Justiça americana desse ganho de causa ao presidente eleito sob a alegação esdrúxula de direito de privacidade. Seguiu-se à decisão um abaixo assinado com meio milhão de americanos exigindo o seu direito de ver a certidão original, apelo ignorado. Como resultado dessa atitude estranha de Obama de esconder o documento, outros processos já estão correndo na Justiça sobre esse assunto e a Casa Branca já criou um setor do governo só para lidar com esse caso.
Alan Keyes e John Haskins chegaram a publicar um artigo sobre o assunto no dia da posse de Obama. Keyes, que foi secretário no governo Reagan, entrou também com uma ação contra Obama. Leia o artigo de Keyes e Haskins aqui.
A grande questão é: Por que Obama não mostra logo a certidão original para acabar com essa celeuma toda? Por que ele insiste em não mostrá-la? Não a mostra por quê? O que teme? E aí é inevitável a pergunta seguinte: Afinal, a certidão existe ou não existe?
Um dos maiores sites conservadores de notícias dos EUA, o World Net Daily (http://www.wnd.com/), com mais de um milhão de acessos por dia, divulga toda semana novidades sobre o caso que complicam cada vez mais Obama. Aí, como resposta ao crescente interesse dos americanos pelo caso e preocupados com a queda da popularidade do presidente nos últimos dias, a Casa Branca fez um pronunciamento irritado esta semana insistindo que o presidente é um americano nativo. Leia sobre o pronunciamento aqui.
Ao divulgar o pronunciamento da Casa Branca, a Agência Reuters chegou a divulgar uma certidão de nascimento eletrônica de Obama, que fora divulgada há meses pela sua equipe de campanha, como se fosse a certidão original, erro no qual caíram também o jornal O Globo e o site G1 ao reproduzirem-na como sendo a certidão original em 27 de julho. Veja aqui.
A tal certidão eletrônica não prova nada. Só a certidão original, registro feito exatamente no dia em que nasceu, que está no Havaí guardada a sete chaves, pode resolver o problema. Porém, sabe-se lá por que, Obama não autoriza mostrá-la de jeito nenhum, nem pelo menos a cópia dela. Daí a pergunta: Será que existe mesmo? Leia mais sobre o assunto, por exemplo, aqui.
Agora, é esperar para ver no que vai dar.

Luciano

Versículo do dia - 30/07/2009

20:16:00

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Então apregoei ali um jejum junto ao rio Aava, para nos humilharmos diante da face de nosso Deus, para lhe pedirmos caminho seguro para nós, para nossos filhos e para todos os nossos bens.Esdras 8:21

Luciano

Versículo do dia - 29/07/2009

08:13:00

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A tua malícia te castigará, e as tuas apostasias te repreenderão; sabe, pois, e vê, que mal e quão amargo é deixares ao SENHOR teu Deus, e não teres em ti o meu temor, diz o Senhor DEUS dos Exércitos.Jeremias 2:19

Luciano